20 de Fevereiro
Arrays e Hashmaps: os Padrões que Aparecem em 80% das Perguntas
Muitas entrevistas de código viram busca, contagem, agrupamento ou acesso rápido por chave. Quase sempre array e hashmap estão no centro disso.
Artigos, notas e trilhas para ajudar você a entender melhor e decidir com mais clareza.
20 de Fevereiro
Muitas entrevistas de código viram busca, contagem, agrupamento ou acesso rápido por chave. Quase sempre array e hashmap estão no centro disso.
18 de Fevereiro
Muita gente termina um mock achando que foi bem só porque não travou completamente. Revisão boa separa sensação, evidência e padrão de erro.
17 de Fevereiro
Em vez de notas soltas e preparação caótica, monte um sistema simples com estruturas reutilizáveis para entrevistas de código, design de sistemas, debugging e comportamentais.
16 de Fevereiro
Dynamic programming não é decorar tabela. É perceber quando você está resolvendo o mesmo subproblema várias vezes e pode reaproveitar a resposta.
14 de Fevereiro
Uma simulação de round behavioral com prompt, resposta inicial, follow-ups, avaliação do sinal percebido e uma versão melhorada.
13 de Fevereiro
Num exercício prático, o código importa, mas quase nunca é a única coisa em jogo. Escopo, comunicação, trade-off e acabamento também pesam.
12 de Fevereiro
Strings podem parecer um tema separado, mas quase sempre são sequência, regra de comparação e memória auxiliar bem escolhida.
11 de Fevereiro
Quase toda pergunta de árvore ou grafo fica menor quando você responde uma coisa primeiro: quais nós preciso visitar e em que ordem?
10 de Fevereiro
Em system design, a diferença entre uma resposta mediana e uma resposta forte quase nunca está no diagrama em si. Está na ordem mental, no recorte e em como seu critério fica legível.
9 de Fevereiro
Um jeito repetivel de confirmar o problema, fechar restrições e escolher uma baseline antes de abrir o editor.
6 de Fevereiro
Falhar em entrevista nem sempre significa falta de capacidade. Muitas vezes significa sinal ruim, resposta mal estruturada ou solução do problema errado.
5 de Fevereiro
Complexidade é um jeito simples de comparar custo quando a entrada cresce.
4 de Fevereiro
Revisão ao vivo em entrevista mede leitura de risco, priorização e comunicação profissional, não coleção de opiniões absolutas.
3 de Fevereiro
Esperar disponibilidade de outra pessoa para treinar toda vez cria dependência demais. Dá para simular bastante pressão sozinho se você fizer do jeito certo.
2 de Fevereiro
Live coding forte não é comentário ininterrupto. É ritmo entre alinhamento, silêncio curto para pensar, implementação e validação.
31 de Janeiro
Sua resposta não chega ao entrevistador como você imagina. Ela chega como sinal de clareza, pressa, critério, insegurança ou maturidade.
30 de Janeiro
Um jeito de enquadrar escopo, tempo e critério para não transformar exercício prático em mini startup nem em resposta apressada.
29 de Janeiro
Um jeito simples de falar enquanto resolve, sem virar monólogo confuso nem obrigar o entrevistador a adivinhar seu raciocínio.
28 de Janeiro
BFS e Dijkstra parecem próximos, mas respondem perguntas diferentes quando o custo das arestas importa.
26 de Janeiro
Melhora real não é só sentir mais confiança nem resolver mais perguntas. É gerar sinal mais forte, com mais consistência, sob tempo e pressão.
24 de Janeiro
Uma simulação de round de debugging com sintoma inicial, follow-ups do entrevistador, avaliação do sinal percebido e uma resposta melhorada.
23 de Janeiro
Como perceber o formato de um problema olhando restrições e estrutura, não uma lista de truques decorados.
22 de Janeiro
Em code review de entrevista, o que conta não é só detectar problema. É justificar prioridade, risco e alternativa sem virar pedante.
21 de Janeiro
Pair programming de entrevista não mede só código. Mede clareza, colaboração, correção de rota e como você pensa junto com outra pessoa.